Imaginem a cena: uma pessoa (no caso eu) chega ao Banco do Brasil, agência central de Belo Horizonte, pega uma senha para o setor de câmbio. Espera quase 40 minutos para ser atendida.
Ao término do atendimento (que não me valeu de nada, em 1 minuto a moça disse que eu deveria procurar a minha agência), pergunto a atendente que me deu a senha onde fica o banheiro.
– Não temos senhora, apenas interno.
– Um banco deste tamanho não tem um banheiro para clientes?
– Não, senhora, o prédio é muito antigo… blá blá blá (??????)
Inacreditável. Pegamos filas imensas para sermos atendidos, demoramos um tempão lá dentro e não tem um banheiro para cliente. Absurdo. Bancos muito menores aqui em BH tem… agências como Banco Real do bairro Coração EucarÃstico e o Unibanco da Rua da Bahia tem banheiro, inclusive para cadeirantes.
Um ponto a menos para o Banco do Brasil. Aliás, 1 ponto não… muitos pontos a menos.
Maysa
Detalhe: pago uma tarifa mensal de R$ 22. Imagine se faria falta o dinheiro de um banheiro, em meio ao tanto que recebem de tarifas, sem contar os juros absurdos.


A conta do telefone celular do Senado que o senador Tião Viana (PT-AC) emprestou à filha em viagem de férias ao México foi de R$ 14.758,07. O valor, ocultado por Viana, corresponde a 20 dias de uso – de 2 a 22 de janeiro – e foi pago por ele após a denúncia de adversários na guerra em que se transformou o Senado com a eleição de José Sarney (PMDB-AP) para a presidência. O próprio senador, que se negara a fornecer o valor da conta, se viu obrigado, ontem, a confirmá-lo quando confrontado com levantamento feito pelo Estado.
